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Flamengo e as novelas mexicanas


Rapaz, o Mengão parece que não pode passar uma semana que seja na tranquilidade. Quando time engrena duas vitórias protocolares contra os pequenos das Minas Gerais e pensamos que teremos sete dias de paz, alguém com um espírito de porco daqueles arruma um nhem, nhem, nhem como esse do Diego Maurício.
Que o profexô Luxa tem má vontade com ele ninguém pode negar, mas que o mané tá dando sopa pra isso dá, sempre que entra, vai com uma vontade de Baiano que acordou cedo depois de uma noite atrás do trio elétrico.
Outra para sem graça é essa novela do Kleber. Se bem li ou ouvi estão oferecendo R$ 1 mi para o cara e salário de R$ 800? Fica com o Deivid mesmo que já tá caro demais.
Nessa novela tem outro personagem bufão que é o tal do Felipão. Esse cara que para mim teve uma sorte tremenda ao ser campeão com a seleção em 2002, e mesmo sendo um cara de sucesso em sua carreira mostra-se quase sempre um homem de caráter no mínimo duvidoso, mesmo desprezível, e ainda se arvora no diretito de sair acusando todo mundo sem qualquer comprovação e sem qualquer compromisso. Uma hora é a imprensa, outra hora é arbitragem, outra hora é um outro clube, e agora resolver questionar a integridade do Flamengo.
Muito poucos conhecem como surgiu essa figura e para contar vamos começar pelo final da sua carreira. Ele terminou sua maravilhosa carreira de jogador como um obscuro e botinudo zagueiro do CSA de Alagoas, onde conquistou o campeonato alagoano de 1982, aliás único título seu como jogador. Já nessa época despontava sua forma de encarar o futebol, tapas, cotoveladas e botinadas em todos. Ainda era conhecido apenas como Luiz Felipe. O narrador alagoano Arivaldo Maia foi quem colocou o apelido de Felipão.
Em seguida ele se tornoi técnico do CSA e continuou na sua maneira peculiar de encarar um jogo, mandando jogador bater, brigando com todo mundo, com árbitros, jogadores do outro time etc.
Depois perambulou por vários times até que conseguiu ser campeão da Copa do Brasil com o Criciúma, novamente no estilo, vamos dar porrada, fazer cera, conseguindo ser pior que os hermanos em seus piores momentos.
Grêmio e Palmeiras foram os times onde mais se destacou. Porém longe do acobertamento da imprensa, sobretudo paulista, quem puxar pela memória vai lembrar desse senhor jogando bola em campo para parar o jogo, mandando jogador cair e fingir que estava machucado, mandar jogador dele bater em jogador adversário, entrando em campo para brigar com juiz, com o outro técnico, com jogador do outro time e até mesmo de seu próprio time.
Não vou me estender mais, essas poucas razões já denotam como esse ser é mau caráter. 
Faltam dois jogos para nos encontrarmos, e ele que trate de dar um jeito em seu time já que a garantia que a fama lhe dava já acabo a muito tempo com a rizível passagem dele pela seleção de Portugal.
Aliás, ele mesmo disse recentemente em entrevista que para ganhar ele faz qualquer coisa. Palavras dele.

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