Pular para o conteúdo principal

Que venha o mundial, na paz.

  


Estamos apenas começando o ano e precisamos ter alguma paciência. Desde de 2019 se criou essa ideia de hegemonia, e como se isso significasse ganhar todos os títulos todos os anos e com folga. E parte da torcida comprou essa ideia e que é muito alimentada sempre que não acontece assim com as críticas dos tais influencers que na verdade apenas descobriram que fazer polêmica em cima do Flamengo dá clique e clique dá dinheiro, são meros vampiros que se alimentam do Flamengo.

Por conta desse barulho todo, trocamos de treinador na metade de 2019, o que até foi bom, mas é bom lembrar que essa troca se deu por uma troca errada da diretoria do Dorival pelo Abel no início do ano, tanto deu certo que ia continuar, depois veio a pandemia que fez o Jorge Jesus ir embora e o Flamengo com sua torcida voltaram ao ciclo de queimar treinadores a cada tres ou quatro meses.

Podem dizer que é cultura nacional, mas quero tratar de Flamengo, mas desde que acompanho futebol lá por meados dos anos 70 do século passado, tivemos salvo engano apenas 4 anos com o treinador sendo mantido pelo ano inteiro.

Para alcançarmos uma hegemonia precisamos além de bons jogadores uma certa estabilidade na direção, e termos a consciência que essa propalada hegemonia não implica em ganhar tudo sempre mas estar sempre disputando títulos, coisa aliás que de certa forma já vimos fazendo  há 6 anos. 

Precisamos ter orgulho desse novo Flamengo, cobrar sim, mas sem dar tanta trela a imprensa e muito menos aos youtubers.

Entramos num momento de dez dias que podem nos trazer uma alegria de décadas, temos que exalar confiança e empolgação, encarnar como nunca a boa soberba de ser FLAMENGO. 


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Frases sobre o Mengão

" Ser Flamengo e ir em frente onde os outros param, é derrubar barreiras onde os prudentes medram(...)É comungar a humildade com o rei eterno de cada um."-  Arthur da Távola   "Torcida chata e nojenta essa do Flamengo. Se julgam superiores em tudo.... mas com razão, não é ?" -  Bussunda     "Meu orgulho de ser rubro-negro começa pelo orgulho de ser carioca. Não dá para negar que a paisagem mais bonita e mais emocionante da Cidade Maravilhosa é a entrada no Maracanã no dia de uma decisão do Mengão. O contraste da escuridão do túnel que leva às arquibancadas, ou o silêncio dos elevadores sociais para o Maracanã lotado e brilhando em vermelho e preto é de arrepiar qualquer torcedor. Continua pelo orgulho de ser brasileiro e fazer parte da maior torcida do mundo, do time que foi mais vezes campeão brasileiro, no país do futebol. Não preciso nem falar de Zico e companhia, do fato de todos os astros internacionais que nos visitam fazerem questão de usar o manto sag...

BYE, BYE SO LONG VERY WELL

Pois é, como dizia uma canção meio brega do Guilherme Arantes: "Adeus também foi feito prá se dizer". Bye, bye R10, saiba que não deixará nenhuma grande lembrança. Hoje o dia foi de sub-notícias e sub-comentários sobre a saída do dentuço da gávea. Aliás a conclusão do espetáculo circense comandado pela honorável Paty começou ontem a noite quando o Cascão resolveu demonstrar ter um poder que não tem diante de alguns torcedores em Teresina. Em seguida foi desmentido pelo Zinho, que em seguida foi desmentido pelo Ronaldinho. Sei não mas, Coutinho, Zinho, Ronaldinho, é muito inho juntinho. MInha opinião é que o time não ficará nem melhor nem pior sem o Ronaldinho, mesmo porque ele não estava entrando em campo mesmo. O que não entendo é a confusão criada entre defensores dele, os que detestam ele, e os que detestam a diretoria independente da decisão tomada. Difícil achar que haverá qualquer racionalidade numa discussão...

A arte de ser feliz com o Flamengo!

Eu nunca fui muito chegado a listas. Nunca me seduziu essa compulsão por hierarquizar tudo: o melhor time, a melhor era, o ano mais mágico. Comparar 2025 com 2019, 1981 com qualquer outro… pra mim isso sempre soou como uma tentativa pobre de organizar algo que é, por natureza, íntimo demais. Cada época tem um cheiro próprio. Um som específico. Um tipo de alegria e um tipo de dor que não se repetem. Os disparos da memória afetiva não obedecem à lógica — obedecem à vida. Prefiro viver o Flamengo assim: presente. Sem ansiedade de decidir quando fui mais feliz. No futebol, felicidade quase sempre só faz sentido depois que passa. Sou terceira geração de flamenguistas. O Flamengo não entrou na minha vida como escolha racional; entrou como herança. Daquelas que você não questiona, só carrega. Passei a acompanhar mais de perto por volta dos 14 anos, quando o jogo deixa de ser só festa e começa a virar identidade. Ouvi como quem escuta mitologia as histórias de 1978 a 1983. Vi, já com olhos ate...