Pular para o conteúdo principal

Quem é o AUCAS?

 





Passada a primeira perna da final do carioquinha, onde mostramos ao Fluminense que o nosso adversário no confronto é mesmo o empate.

Flamengo 160 vitórias
Empates 141
Fluminense 140 vitórias

Temos a partir dessa quarta assuntos mais importantes a tratar. Verdade que o Flamengo nunca venceu o Aucas fora de casa, nem em casa, nem em lugar nenhum.

Apesar de ter 78 anos de fundação, o time equatoriano nunca teve grande relevância no já não tão relevante futebol equatoriano. Mas o emergente Aucas foi campeão equatoriano pela primeira vez na sua história em 2022. Campeón do Clausura. Sabidamente os países da América do Sul na sua maioria tem dois torneios nacionais por ano, o Apertura e o Clausura. Na final geral, ele venceu o Barcelona por 1x0  em Guayaquil e segurou um empate em casa.



Jogam no estádio Gonzalo Pozo, com capacidade para apenas 20.000 lugares, na cidade de Quito que está a 2.850m acima do nível médio do mar.

Deve ser o maior adversário do Flamengo, a altitude. Em 2023 o time soma apenas 1 vitória, 4 empates e 3 derrotas nos 8 jogos disputados até aqui. São 4 jogos pelo equatoriano onde ocupa a 12o posição entre 16 times, 3 amistosos e 1 pela supercopa equatoriana que perdeu para o Del Vale. A única vitória em casa foi contra a Católica, vice lanterna do campeonato local.

Não temos nada a temer nessa estreia a não ser a verve flamenga de se embanar na altitude contra times minúsculos. Em 6 jogos são apenas duas vitórias, uma contra Cienciano por 3x0 e outra contra o San Jose por 1x0. Tres derrotas, Real Potosi 2x1 e Bolivar duas vezes, 3x1 e 1x0, e um empate com o Potosi por 2x2, jogo no qual jogadores do Flamengo saiam durante o jogo para tomar um oxigênio na beira do campo.

Mas é isso pessoal, não é um adversário para meter medo, se jogarmos a sério.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Frases sobre o Mengão

" Ser Flamengo e ir em frente onde os outros param, é derrubar barreiras onde os prudentes medram(...)É comungar a humildade com o rei eterno de cada um."-  Arthur da Távola   "Torcida chata e nojenta essa do Flamengo. Se julgam superiores em tudo.... mas com razão, não é ?" -  Bussunda     "Meu orgulho de ser rubro-negro começa pelo orgulho de ser carioca. Não dá para negar que a paisagem mais bonita e mais emocionante da Cidade Maravilhosa é a entrada no Maracanã no dia de uma decisão do Mengão. O contraste da escuridão do túnel que leva às arquibancadas, ou o silêncio dos elevadores sociais para o Maracanã lotado e brilhando em vermelho e preto é de arrepiar qualquer torcedor. Continua pelo orgulho de ser brasileiro e fazer parte da maior torcida do mundo, do time que foi mais vezes campeão brasileiro, no país do futebol. Não preciso nem falar de Zico e companhia, do fato de todos os astros internacionais que nos visitam fazerem questão de usar o manto sag...

BYE, BYE SO LONG VERY WELL

Pois é, como dizia uma canção meio brega do Guilherme Arantes: "Adeus também foi feito prá se dizer". Bye, bye R10, saiba que não deixará nenhuma grande lembrança. Hoje o dia foi de sub-notícias e sub-comentários sobre a saída do dentuço da gávea. Aliás a conclusão do espetáculo circense comandado pela honorável Paty começou ontem a noite quando o Cascão resolveu demonstrar ter um poder que não tem diante de alguns torcedores em Teresina. Em seguida foi desmentido pelo Zinho, que em seguida foi desmentido pelo Ronaldinho. Sei não mas, Coutinho, Zinho, Ronaldinho, é muito inho juntinho. MInha opinião é que o time não ficará nem melhor nem pior sem o Ronaldinho, mesmo porque ele não estava entrando em campo mesmo. O que não entendo é a confusão criada entre defensores dele, os que detestam ele, e os que detestam a diretoria independente da decisão tomada. Difícil achar que haverá qualquer racionalidade numa discussão...

A arte de ser feliz com o Flamengo!

Eu nunca fui muito chegado a listas. Nunca me seduziu essa compulsão por hierarquizar tudo: o melhor time, a melhor era, o ano mais mágico. Comparar 2025 com 2019, 1981 com qualquer outro… pra mim isso sempre soou como uma tentativa pobre de organizar algo que é, por natureza, íntimo demais. Cada época tem um cheiro próprio. Um som específico. Um tipo de alegria e um tipo de dor que não se repetem. Os disparos da memória afetiva não obedecem à lógica — obedecem à vida. Prefiro viver o Flamengo assim: presente. Sem ansiedade de decidir quando fui mais feliz. No futebol, felicidade quase sempre só faz sentido depois que passa. Sou terceira geração de flamenguistas. O Flamengo não entrou na minha vida como escolha racional; entrou como herança. Daquelas que você não questiona, só carrega. Passei a acompanhar mais de perto por volta dos 14 anos, quando o jogo deixa de ser só festa e começa a virar identidade. Ouvi como quem escuta mitologia as histórias de 1978 a 1983. Vi, já com olhos ate...